A explicação é simples: temos muito tempo pra ganhar em coisas que erramos nos nossos primeiros cães. Se no Agility, hoje e sempre, é fundamental ter boas trajetórias, zonas de contato e slalon, nossos primeiros cães foram treinados com pouquíssimo fundamento. Bom, é errando que a gente aprende.
Lá em 2004 eram zonas ruins, entradas de slalon detestáveis e trajetórias péssimas. Falando do meu primeiro cachorro.
O meu comprometimento com o esporte também era bem menor. Na época era um treino por semana, em alguns meses um a cada quinze dias. Hoje se fico sem treinar 15 dias meus cachorros não ficam parados. Tenho algumas coisas em casa e fico literalmente fuçando.
Acho que além de esporte Agility é matemática. Qualquer décimo de segundo vai ajudará no final de uma pista. Se a cada salto num Jumping você perder 0,1 segundo, que é praticamente nada, chega no final com 1,5 que é muito.
Não sabemos ainda o que será dessa geração de cães que deve botar as patas oficialmente em pista ano que vem, mas tenho certeza de uma coisa. Serão mais rápidos. Quanto? Só aguardando mesmo pra saber se serão 3 segundos mais rápidos.
Fabiano Estigarribia
fabi@agility.esp.br










