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sábado, 24 de novembro de 2012

Roda roda e tudo fica no mesmo lugar

Num post há algum tempo atrás, (quem quiser ler é só clicar AQUI ) logo após a mudança do coordenador do Agility, houve também a mudança do síndico aqui do condomínio. Ambos tem em comum, posições de "liderança" e administração. Nós, pobres mortais, depositamos neles, sentimentos de otimismo, de dias melhores e por aí vai.

Miguel ainda comentou sobre darmos crédito para a coisa acontecer.

Digo que passado um mês que o síndico assumiu, ele renunciou e nem vou aqui ficar justificando ou defendendo a atitude dele. Com isso houve outra eleição e a então subsíndica se candidatou e ganhou como síndica. E voltamos nós a ter expectativas e por aí vai. E tudo continua na mesma.

Indo para o Agility, hoje vi que o Zezinho deixou a CBA.  Isso é bom? É ruim? Pra quem? Sinceramente, a cruel realidade me faz não esperar milagres, nem esforços, nem nada. Talvez nada mude ou o que mudar não vai nos atingir.

A única mudança real em relação ao post que cito é que a passarela virou oficialmente uma cerca.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Pra frente é que se anda - cadê a luz?

Não vou começar esse post com justificativas por estar afastada do blog, senão acaba sendo um post de justificativas e perde-se o sentido do mesmo.

Fabiano escreveu um post AQUI que fala sobre a falta de ídolos permanentes no Agility. Isso fez com que eu me lembrasse do meu começo, dos meus ídolos e da queda de posto deles. Aí comecei a me lembrar dos cães, provas e aí já viu né, o pensamento divaga!

Me deu saudade do Agility, das pessoas do Agility, do ambiente do Agility. 

Qual é o meu caminho? O que esperar? Elvis tem 9 anos. Não é mais competitivo no grau 3 e se entrarmos em pista novamente, será no grau 2. Tobby está super sedentário, fora de forma, gordo e já não é competitivo faz tempo no grau 2. Levava o QRMBC porque não tinha com quem competir. Entrar com ele no 2 ou rebaixar pro 1? Afinal, estou andando pra frente ou em plena decadência andando pra trás?

Só digo uma coisa: triste, muito triste.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Desconhecido novo

Foto by me, retirada do Face do Fabi
Nem sempre o novo é sinal de desconhecido, certo?

Fabiano está fabricando uma passarela nova aqui em casa, mas ela não é desconhecida. Desconhecida sim é a reação dos dogs diante dela. Pra Godura não houve nada de novo e nem desconhecido kkk

O condomínio que a gente mora também está passando por uma transformação, pois está mudando o síndico e a administradora. Antes o síndico não era morador daqui, agora é. E com isso, cria-se esperanças que ele olhe por nós e tente resolver os problemas que temos, porque os nossos são os dele também.

E nessa linha o Agility entra com o novo coordenador. Eu fico na expectativa de que o Alex olhe para nós condutores como ele sempre quis ser olhado enquanto somente era um condutor.

Sei que sempre quem será mais afetado nos termos da coordenação é o coração São Paulo. Que a expectativa para mudanças aqui no RS são menos que as mínimas. Mas acontece que dependemos de uma SP organizada e progressa para que possamos progredir (leia-se, competir).

Como um dia o Edu (seo Kuka) me chamou de Poliana, tenho esperança de dias melhores, de condomínio, de Agility, mas....

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ser ou estar Agility?

Ser e estar, verbos que designam estados. Ser triste, estar triste; ser só e estar só. Bem diferente não acha? Quanto mais o tempo passa e quanto menos pratico Agility, vejo que esses verbos também estão presentes. Há pessoas que estão Agility e pessoas que são Agility.

Desde que entrei nessa loucura primeiro como espectadora e depois como praticante, toda e qualquer atitude que tenho com meus cães (e com os cães dos outros), tem um olhar agilitístico.  Acho que é mais ou menos como a Fonoaudiologia na minha vida. Será que tem como eu conversar com alguém e não observar sem querer observar, sua voz, sua fala, sua movimentação de boca, ou algo que envolva a Fonoaudiologia???? Impossível. não é algo como um botão que se desliga.

Agility é mais que competir ou somente ensinar o cão a transpor os obstáculos (embora eu ADORE competir e treinar). É cuidar do seu filhote de forma diferente, direcionando-o e  estimulando-o para os princípios "esportistas". Saúde, exercícios, diversão, paciência, cumplicidade são elementos que compõem esse princípio.

Ser ou estar, eis a questão!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Eu não entrei!

Criar uma nova rotina não é tarefa muito fácil. Acho que enquanto não começarem as aulas do Théo (isso mesmo povo, aqui as aulas só começam dia 27 de fevereiro na maioria dos colégios, a do Théo só dia 28), as coisas ainda estarão complicadas.Ainda estamos sem sofá e sem cozinha, mas já conseguimos nos achar na casa nova.

O calor também está uma loucura total! A terra do frio se transforma nessa época em terra do fogo! Impressionante como faz calor por aqui, sempre temperaturas acima de 30º chegando a bater várias vezes a sensação términa de 40º.

E com tudo isso, o tempo no computador acaba ficando restrito pra noite e aí já tô cansada pra pensar em escrever rss!

O fato novo é que meu local de trabalho acabou ficando em outra cidade e com isso volto a ficar uns 30 - 40 minutos no carro até chegar ao consultório, o que não é nenhum sacrifício (logicamente comparada a vida que tinha em Sampa). Assim acho que o "divagando no carro" pode voltar rss!

Nosso agility anda parado, mas nossa integração com os dogs está bem maior. Aliás, não só nossa com os dogs, a socialização deles também. No final da tarde, quando não está mais sol forte, soltamos todos! Pra mim, uma grande conquista.

Esse é o nosso agility

domingo, 22 de janeiro de 2012

Contador Zerado



Chegou a hora de zerar o contador no ano que passou e olhar pra frente. Correr atrás dos novos objetivos, planos.

Confesso que ainda me encontro ligeiramente na retaguarda, mas... começamos a engatar a 1ª marcha. Só assim adquirimos potência pra chegar na marcha maior.

Então, feliz 2012 pra quem passa por aqui!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Silêncio

As vezes o silêncio diz muito. Estamos passando por um momento muito triste e delicado com a perda da nossa Guiça. Não estou me sentindo forte o suficiente para escrever nada sobre a perda. Às vezes até acabo evitando de entrar por aqui pra não ler mais sobre ela.

Bato retirada até me sentir confortável. Agradeço aos amigos as palavras de carinho e conforto que são importantes nessa hora. Nós, donos de cães, sabemos que quando alguém perde o seu cão, sempre nos colocamos no lugar dessa pessoa e sabemos que um dia passaremos por uma dor assim. E por isso somos muito solidários a esse tipo de dor. Somos especiais e temos cães de uma forma especial. São mais que cães, eles são parte da nossa família.

Em total extremo, Tobby faz hoje, dia 16 de dezembro, 5 anos! Pena que seja num momento delicado como esse, mas mais pra frente faço algo especial pra esse Tchutchu especial. Sei que ele vai me entender.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Frases soltas de myself em contrapontos

Estar em Sampa é muito bom, mas me frustro por vir trabalhar e não ficar mais tempo com minha família daqui. (pelo menos dessa vez tirei um dia e meio pra ficar perto deles).

*

Trabalhar e rever os meus pacientes "da antiga" é muito gratificante. Todos reclamam da demora do retorno. A última vez que viemos foi no início de Setembro. Sinto que fiz um bom trabalho aqui, fico feliz!

*

Como passo mais tempo no consultório, acabo vendo menos o Théo, Fabiano e os cães. Coisas que mesmo trabalhando nos dias que são mais corridos, tenho tempo pra eles, cuido deles. Certamente em São Leo a qualidade da minha vida é bem melhor!

*

Tem uns pacientes que me preocupam.

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Queria ter escrito mais no blog. Ok, tempo é preferência. Fiquei olhando mais facebook, twitter, blog do pessoal e não olhei pra cá.

*

Mentira se falar que não estou ansiosa para a prova do final de semana. Tobby treinou bem ontem (dentro da capacidade dele de cão pet total), mas e na prova? Terminar a prova já tá no lucro! Tô torcendo pra Elvis não derrubar muitas barras porque isso faz com que ele "lembre" dos velhos tempos. Negativo é uma M.

*

Queria ter feito um post especial pro Faa e agradecer ele por esse 2 últimos anos embora tenha dito isso pessoalmente várias vezes. É isso aí, 2 anos de companheirismo, cumplicidade nas coisas normais e nas doideiras!

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Tô preocupada com a febre do Théo fora de hora, sem motivo aparente e mais uma vez estou mais longe. Embora ache que seja muito sol na cabeça dele, vai saber! Criança sempre é uma caixinha de surpresa.

*

Morrendo de vontade de rever os amigos do Agility. Esse clima é fabuloso. Senti falta algumas pessoas na lista de inscritos. Ressalto a Verinha que não sei porque não vai e a Cris que como diz o Ale "parou com as drogas".

*
Na verdade cada frase mereceria um post, mas acabei colocando tudo no liquidificador e virou um só.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Filosofia de paciente

Esses dias eu estava atendendo um paciente na casa dele e num certo ponto falávamos sobre os interesses dele. No livro que ele estava lendo, vi essa frase e achei bem profunda, ainda mais pra começar uma SEGUNDONA.

"Somos permanentemente livres para fazer nossas escolhas... mas eternamente prisioneiros de suas consequências e esta pode ser a alegria ou a dor de se viver. A escolha é sua." 
Susete (não sei o sobrenome da autora, quem souber por favor me avisa, please!!! )

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Temperos azedos da salada!

Não, não estou brigando. Estou esperando ele soltar a bolinha rss

Na linha das saladas emocionais, não sei porque mas me lembrei nem sei porque da época em que eu treinava "pesado" com o Elvis. Na verdade eu queria esquecer, mas é só lembrando que a gente luta para não cometer o mesmo erro. Fico tentando me justificar até para minimizar a culpa. Mas como fazer diferente se a maioria agia assim? Negativar para corrigir,  vários puxões de orelha, vários NÃO. Elvis é valente mas quem sabe seria melhor se não fossem as brigas.

Hoje em dia vejo que o positivo resulta em comportamentos melhores. Se começa a fazer algo (especificamente no treino) com mais displicência (sim, porque tenho a sensação de que às vezes ele me zoa rss) simplesmente paro de treinar e guardo ele, sem brigas, nem broncas. Quando volta, parece que volta mais concentrado.

Paciência é a arma mais poderosa pra se treinar um cão.

Mas ainda o remorso me corrói...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Continuando a salada

Essa salada não tem fim! Traição, abandono... ter que escolher... sei lá. Hoje conversando com Fabi sobre pessoas que treinam cães (nossa que assunto novo kkk!!!), me bateu um sentimento estranho. Será que se tivesse outro border deixaria de tentar tirar mais do Elvis?

Já senti algo parecido antes de ter o Tobby. Achava que não conseguiria dar atenção aos dois. Mas vi que as coisas funcionavam assim: ou eram os 2 ou nenhum pra tudo, banho, treino, passeio, brincar... Aí a coisa ficou mais fácil.

Fabi já falou algo assim num post dele sobre vantagens e desvantagens de se ter mais que um cão nesse post aqui. O fato é que parei pra pensar que no fundo fundo HOJE eu só tenho o Elvis pra treinar por aqui. Quando estou em Sampa tenho o Tobby também e não tem essa de escolher um ou outro: ou vão os dois ou nenhum.

Foto by Helô!


Longe de mim dar o veredicto de que ter 1 , 2 ou mais cães não é legal.  Mas confesso aqui pra vocês, bem baixinho que a ideia de treinar 2 borders MEUS não me agrada. Será que mesmo se tivesse 2 por aqui com idades tão diferentes, continuaria investindo no Elvis? Ainda bem que a casa não comporta rss.

Vou continuar tirando do Elvis o que ele pode, não tem limite pra acabar. E quando estiver em Sampa farei o mesmo pelo Tobby.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Gritos para o Além

Como já escrevi uma vez no twitter : "Acho que uma das funções do Twitter é servir de desabafo, como aquele grito que sentimos vontade de dar pro mundo ouvir."

Vejo isso em cada um dos que sigo. Uma reclamação, uma constatação, uma dúvida, um desabafo, dizer algo sobre o tempo, o frio, o calor, o medo, os problemas (mesmo que ocultamente), uma indignação, uma divulgação. E normalmente são Tweets sem destinatário específico.

É como um grito pra alguém ou ninguém, um desabafo pra aliviar o coração, uma vontade de ser ouvida pelo mundo, ou de gritar para o mundo. 

Lógico que existem outras funções como um breve msn, uma troca de informação, mas a explosão emocional é mais forte. 

No início, diziam que o twitter veio abreviar os longos posts dos blogs, porém acredito que fazem funções diferentes. Escrevemos no Blog para quem nos segue, quem nos visita, temos uma linha, uma direção, uma conduta, mesmo que bem eclética. 

No Twitter não. Lógico que quem lê é quem nos segue, porém sinto como se fosse gritar pro mundo.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tamagoshi

Vou falar (escrever) sem enrolar sobre minhas percepções desses anos com o Elvis.

Lógico que tive inúmeras falhas na criação dele, afinal é o meu primeiro, primeiro cão de inteira responsabilidade, tipo valorizar os medos dele, dar muito negativo...

Mas com o tempo, vou tentando minimizar. Foi assim com o clicker. Ele morria de medo do barulho do clicker, mas trabalhamos bem aqui em casa e com uma ajuda importante do Fabi, medo superado.
Fabi estava usando o clicker pra ensinar umas coisinhas pro Bola. Acho incrível esses dog porque enquanto Fabi fica parado, ele fica procurando o que ele pode fazer pra ver se é o que o Fabi quer. Busca trabalho mesmo. 

Aí, resolvi tentar algo com o Elvis. Ele fica parado olhando pra minha cara esperando EU comandar algo. Sempre foi assim, eu mando e ele obedece. Nunca deixei ele experimentar atitudes. Tudo comando. Elvis, bebe água, come, vai fazer xixi e assim vai, como se fosse um brinquedinho virtual. Não deixava que ele tomasse iniciativas. 

Fabi pegou ele hoje e que orgulho, consegui ver ele "pensando"! Tks, muito tks mesmo Faa! 

E começamos 2011 com novas atitudes e pensamentos!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Outra forma de violência

Normalmente quando ouvimos falar em violência logo pensamos na violência física, que é a mais aparente; tem também a violência contra com algum patrimônio, contra a moral, ao psicológico, às crenças, à cultura. Obviamente queremos qualquer tipo dela longe de nós.

Quinta-feira passada, eu e Fabi fomos ver Tropa de Elite 2. Temos a ideia de que sempre o segundo filme é pior que o primeiro, porém vimos que a crítica disse que esse era tão bom quando. Também é relativo  o critério de filme bom ou ruim, mas isso é outra história.

Filme com violência expressada de outra forma além da tradicional. Lógico que não vou falar mais nada. Só que saí com o sentimento de insegurança em relação ao mundo. Até onde devemos ir? Até onde vale a pena acreditar? Sou muito otimista com as coisas, mesmo que elas possam parecer impossíveis, mas às vezes fica difícil mantê-lo. No momento, está abalado.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Como teu copo tá?

A vida é bem cíclica, aliás como tudo. Altos e baixos, flores e espinhos, dia e noite. Trabalho e descanso. Tudo é necessário, na minha opinião. Um acaba só existindo porque o outro lado existe.

No agility também só valorizamos a vitória porque sabemos o gosto da derrota.

Não é porque acontecem coisas ruins que eu vou deixar de olhar as boas coisas que existem ou desistir delas.

Não é porque meu cão não rendeu o que eu queria é que vou desistir dele. Não é porque o trabalho não é satisfatório é que eu vou mudar de profissão. A vida é assim. Cheia de desafios e só depende de como você olha.

Como você esta olhando o seu copo? Meio cheio ou meio vazio?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Bandeira Branca

Veio na cabeça e resolvi colocar aqui, afinal desejar paz nunca é demais!

Desejo para cada um que ouvir essa música um dia de paz e que ela invada realmente seu coração.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Quando a boca cala, o corpo fala

E quando a boca fala, o corpo sara!

Achei muito interessante e bem legal esse texto que recebi por e-mail da Maria Helena (Sarita). Vale a pena compartilhar. Espero que seja útil para quem ler.

"Quando a boca cala, o corpo fala. Quando a boca fala, o corpo sara."

É interessante este alerta colocado na porta de um espaço terapêutico.

Muitas vezes... O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando a raiva não consegue sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda, quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

A dor no ombro sinaliza o excesso de fardos e de obrigações.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

E as tuas dores caladas? Como elas falam no teu corpo?

Mas, cuidado... Escolha o que falar, com quem falar, onde, quando e como! Crianças é que contam
tudo para todos, a qualquer hora, de qualquer forma. Passar relatório é ingenuidade.

Escolha alguém que possa lhe ajudar a organizar as ideias, harmonizar as sensações e recuperar a alegria.

Todos precisam saudavelmente de um ouvinte interessado.

Mas tudo depende, principalmente, do nosso esforço pessoal para fazer acontecer as mudanças na nossa vida!!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Day after

Tem terra firme. Já em Sampa. Faríamos uma ótima viagem se não fosse o congestionamento da volta do feriadão. Mas mesmo assim foi 10. Cães comportados, Théo foi um moço. A chuva nos acompanhou desde Balneário Camburiú.

Bom matar as saudades dos dogs que ficaram, dos pais. Ainda falta muita gente também pra matar a saudade, mas devagarinho colocamos a agenda em dia.

Hoje, no day after, já estou trabalhando. Também estava com saudade daqui rss.

Tudo é bom, chegar é bom mas ir pra casa e voltar também é.

Putz, post muito viajante...


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Astrônomos ou astronautas?


Esse pensamento eu tirei do Blog do Fabi, de um comentário da Maria. Colocações certas nas horas certas.

Segue a cópia do comentário:

"Existem Astrônomos e Astronautas. Apesar de as pessoas admirarem mais os astrônomos, um não vive sem o outro. O Astrônomo gosta de estudar as coisas, sentado em uma mesa com uma luneta. Gosta das teorias e as desenvolve, mas fazer não é com ele. Aí entra o Astronauta. Ele curte fazer as teorias, aplicá-las, e jamais aguentaria ficar sentado numa mesa.

Eles se complementam, e não existem independentemente.
Às vezes temos um ótimo instrutor, um ótimo treinador, mas que não conduz bem. E já vimos através de cursos que grandes condutores não prestam para dar aula."

Eu me identifico com o austronauta apesar de gostar de ficar sentada numa mesa escrevendo sobre agility. Escrevendo sobre a ação e não criando nada sobre atuação.

Isso me faz parar pra pensar que apesar de todos esses anos de Agility, não sou uma estudiosa no assunto. Sou uma viciada para executar. E até demoro para visualizar uma condução, uma opção. Sou o peão da obra. Fabi é o Mestre, o ser pensante da história, o astrônomo. Eu executo, ou pelo menos tento.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Nuvens que passam


Recebi esse e-mail e acho que ele veio na hora que se precisa ouvir ou ler algo assim. Providência divina pra quem acredita, coincidência para quem não acredita. Não importa. Tem luz no final apesar de eu não ver nada.

O dia amanhecera ensolarado. Nos quintais, a criançada se divertia, correndo, rindo esse riso solto de quem sonha venturas.

De repente, o vento se fez forte, açoitando a copa das árvores, arrancando-lhes folhas da cabeleira verde e espessa, jogando-as à distância.

Parecia que, de repente, a natureza houvesse enlouquecido e, desgrenhada, uivasse pelas ruas e praças, obrigando os transeuntes a procurarem abrigo.

O céu se cobriu de nuvens escuras, prenunciadoras de chuvas e o dia se fez noite, em plena manhã.

Depressa se fecharam janelas, se recolheram pertences.

Dos céus jorraram águas abundantes, fustigadas pela ventania, que as arremessava, com força inclemente, contra as casas, os muros, as grandes árvores.

Foram somente alguns minutos. Depois, os relâmpagos se apagaram e a chuva parou.

Uma grande quietude invadiu a natureza. A ramagem verde sacudiu as últimas gotas d´agua, o vento bocejou cansado, recolhendo-se.

Algumas horas passadas e o sol voltou a sorrir raios de calor e luz.

Quem olhasse para o céu iluminado, dificilmente acreditaria que há pouco a borrasca se fizera violenta.

Assim também é na vida.

Os momentos de lutas e de bonança se alternam.

Quando o sofrimento chega, em forma de enfermidade, solidão, desemprego, morte dos afetos mais chegados tamanha é a dor, que deixa em frangalhos o coração.

Acreditas que não haverá mais esperança, nem amanhã, nem alegrias. Nunca mais.

Tudo é sombrio. As horas, os dias, os meses se arrastam pesados. A impressão que tens é que nada, jamais, porá fim ao fustigar das dores.

Contudo, tudo passa como a chuva rápida do verão, logo substituída pelos raios do sol.

E transcorrido algum tempo, ao lembrares daquele período de dores, dirás a ti mesmo:Meu Deus, nem acredito que passei por tudo aquilo. Até parece um sonho distante.

Porque tudo passa na vida, porque tudo é transitório, passageiro, não percas a esperança.

O que hoje é, amanhã poderá ter feição diferente, deixar de ser.

Não entregues a batalha a meio. Prossegue. Embora as nuvens carregadas de dissabores que possam te envolver, lembra que logo mais, amanhã, outro dia, em algum momento, o sol voltará a brilhar.

Sol em tua alma, em tua vida. Pensa nisso e aguarda um tanto mais, antes de te entregares à desesperança.

Confia.

Click by Fabi